segunda-feira, 21 de junho de 2010

.:ars:.

Não existe mentira. Na dança, no teatro, na música. Sou, no fim, sempre eu comigo mesma. A cada passo enfrento friamente cada consequência de ser quem eu sou. A cada nota atinjo os pontos mais altos e baixos da minha personalidade. Não existe maquiagem. Não existem linfócitos ou funções que desviem meus pensamentos, realmente, de mim.

terça-feira, 8 de junho de 2010

mais um dia...

Ando pelas ruas e são só pontos de interrogação que vejo. Para que tantas respostas? Com o que farão com elas? Por que eu devo saber sempre o que dizer?
Na verdade, quem eu devo ser e o que farão comigo?
Tantas respostas, respostas, respostas... como devo entendê-las, se não sei quais são as perguntas?