terça-feira, 11 de outubro de 2011

o tempo é uma contagem melancólica das passagens...

se lembra?

domingo, 12 de junho de 2011

o fim anuncia um novo pôr do sol

sexta-feira, 6 de maio de 2011

o amor é efêmero
o tempo, preciso

la sangre

Borboleta furta-cor
Azul quando bonita
Roxa quando dor

Não roxa, não, querida
Amarelo e laranja
Pra quem não sabe amar

sábado, 16 de abril de 2011

nunca mais ?

Que angústia dinamite!
Vem da folha, do palpite
Do pensar extremo
Seu olhar, me lembro...

O vento no cabelo
O sol, ainda cedo
Mão
Som
Mar

o sonho do mago
woodstock amargo
a lama a pintar
fumaça azular

neblina nebulosa
artéria aorta
pulsante desalento
quem sabe um dia...

pieces of me

a velha carta
lembranças distantes
um amor amargo
um passado errante

o livro amarelado
manchas de amor
a carta escrita
pranto e dor

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saudades de um tempo
que nao soube aproveitar
saudades de pessoas
que nunca vão voltar

quinta-feira, 7 de abril de 2011

vazio

Não sou e nem deixo de ser
Nem mesmo estou
Apenas quem sabe
talvez

tempestade

o tempo no tempo sem tempo do tempo seu tempo é tempo de tempo ser tempo lá vento vem tendo sem pressa depressa o vento bem lento lamento

quinta-feira, 31 de março de 2011

inverno

Quando a última rosa cair
E a árvore secar
Quando o último homem sair
E a cortina abaixar...

Para onde vão os loucos?

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

momento

Não dá pra ter tudo ao mesmo tempo: ou se entende e se define, ou se vive!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

sadness

Da mente, em um profundo delírio, soam palavras. Mas elas mentem. Palavras não são essenciais, apenas importam.
Ações falam.
Letras fingem, choram, se embaraçam...
Apenas faça.
Seja.